sábado, 22 de janeiro de 2011

Falta Aeroporto, Hotel e Táxi

Os problemas de infraestrutura, caos aeroportuário à frente, são frequentemente apontados como possíveis motivos de vexame durante a Copa do Mundo de futebol que será disputada no Brasil em 2014.

Mas as dificuldades não estão apenas no ar. O carnaval do Rio de Janeiro deste ano mostrou que não há hotéis suficientes e que o transporte público da cidade não tem condições de atender à demanda. Quem tentou fugir do transporte coletivo, não encontrou táxis. As filas de espera ultrapassavam uma hora.

Há três anos da Copa, ainda há muito a fazer.

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domingo, 9 de janeiro de 2011

O fim das lâmpadas incandescentes no Brasil

Nada melhor que começar um novo ano com uma boa notícia. Nesta semana foi publicado no Diário Oficial da União uma portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio. A portaria exige que até 2016 retirem gradualmente do mercado brasileiro as lâmpadas incandescentes de uso comum (superior a 40 Watts). A notícia é ótima, pois como quase todo mundo sabe as lâmpadas fluorescentes são muito mais duráveis e econômicas.

Esta medida do governo é muito positiva para todos nós consumidores e para o país, já que a economia gerada pelo uso de lâmpadas fluorescentes reduz a sobrecarga do sistema elétrico do país, ou seja, menos gastos com investimentos neste setor e menos poluição ambiental.

O Brasil consume anualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas. Nos últimos 4 anos esse consumo de lâmpadas compactas aumentou 20% a cada ano. O consumo aumentou porque a qualidade das lâmpadas melhorou. Como a maioria das lâmpadas é importada do mercado Asiático elas não obedeciam nenhum critério de qualidade. Mas o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) entrou na jogada exigindo a garantia mínima de 1 ano das lâmpadas e em dezembro passado lançou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), obrigando todos os produtos do gênero a exibirem um selo que ateste o cumprimento das exigências do órgão quanto a seu desempenho. Tudo muito bom, mas o lado ruim é que 94% destas lâmpadas compactas terminam sua vida em lixões. Isso é péssimo para a saúde de todos nós, pois as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um metal extremamente tóxico.

Esta medida de banir as lâmpadas incandescentes foi adotada pela União Européia antes de nós e começou a valer em setembro de 2009. As duas principais diferenças são: na Europa eles pretendem banir totalmente as lâmpadas incandescentes em 3 anos - no Brasil irão banir parcialmente em 5 anos (as lâmpadas com potência igual ou inferior a 40 Watts permanecerão); na Europa eles possuem leis obrigando que as fabricantes são responsáveis pela coleta das lâmpadas (logística reversa) e reciclagem do mercúrio contido nelas.

Segundo a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi), temos apenas 10 empresas no Brasil que fazem a reciclagem das lâmpadas fluorescentes.

A quebra de uma lâmpada fluorescente libera mercúrio no ar, ou seja, pode envenenar você. Confira a seguir os procedimentos recomendados pela ABilumi se caso isto acontecer na sua casa:
- Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
- Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
- Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
- Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico.

Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
- Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
- Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
- Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico.

Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
- Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.

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domingo, 2 de janeiro de 2011

Greengle: Você faz sua busca e ajuda a plantar árvores!

Imagine que uma simples pesquisa que você fizesse no Google pudesse contribuir para a preservação do meio-ambiente. Pois essa é a proposta do Greengle, um buscador que utiliza a busca personalizada do Google e promete plantar uma árvore para cada 6.000 visitas únicas em algum dos sites do projeto “Clicou, plantou” – Greengle, Greenvana Style e Greenvana Eco Store.
Parece pouco, mas desde o dia 16 de dezembro até hoje, o site já plantou 5 árvores. Além do mais, apenas uma árvore, de grande porte, com 90cm de diâmetro por 30m de altura pode armazenar cerca de 6 toneladas de carbono – o que corresponde a mais de 20 toneladas de CO2, equivalente à média de emissões de 33 pessoas por ano.

Para que não haja dúvidas quanto à idoneidade da empresa em promover a ação, a Greenvana deverá disponibilizar os recibos das doações em seus três sites que poderão ser consultados por aqueles mais desconfiados.

É inegável que a iniciativa também promova o fortalecimento da marca e há a possibilidade de que a estratégia seja imitada futuramente por outras empresas apenas com esse objetivo. Neste caso não é o que parece, já que os produtos e serviços da empresa estão totalmente alinhados com a ideia de sustentabilidade. A impressão que tive é que esta é apenas uma daquelas iniciativas simples, mas bastante positivas e que, de pouco em pouco, pode fazer uma grande diferença para a preservação do planeta.

Fonte: Brainstorm9 e Greenvava Style