domingo, 1 de novembro de 2015

O VLT para Ilha do Governador e seus desdobramentos preliminares

Indiscutivelmente, a expansão do modal conhecido como VLT (Veículo Leve sobre Trilho) para a Ilha do Governador, proposta divulgada recentemente pelo secretário Executivo de Governo Pedro Paulo em seu perfil na rede social Instagram, trata-se de uma decisão arrojada da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Mas é preciso assimilar esse anúncio com um pouco de cautela, analisando suas motivações, refletindo sobre sua viabilidade e projetando seus desdobramentos práticos, ainda que tudo isso seja feito preliminarmente.
A prefeitura lançou o “Em Frente Rio”, uma iniciativa que prevê traçar metas para toda a cidade após a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, dando continuidade às intervenções urbanas. Nesse sentido, o VLT da Ilha do Governador figura como um desses objetivos, baseado na ideia de que beneficiará mais de 200 mil pessoas, empregará, por ano, mais de 2.600 pessoas e promoverá a integração com a Transcarioca, no Galeão, e a Estação das Barcas, no Cocotá. Com 21 km de extensão, o VLT é propagado pelo governo municipal como a garantia de “mais mobilidade, mais conforto e mais empregos”. Seriam estas, portanto, as motivações iniciais do projeto.
O segundo aspecto a qual devemos nos debruçar e refletir com muita cautela é quanto a questão da viabilidade desse investimento. Segundo o urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, “existem três problemas fundamentais para qualquer cidade: mobilidade, coexistência e sustentabilidade”. Esta conclusão, de certa forma, também se aplica a nossa realidade mais local, embora a Ilha não seja uma cidade, mas possua muitas das características mais comuns. Para nós, atualmente, um problema consensual entre a população – ou pelo menos a maioria desta – é a mobilidade urbana. Cotidianamente experimentamos os efeitos das decisões equivocadas dos governos (nas três esferas), tais como os congestionamentos, os conflitos entre os modais, a precarização do serviço, a baixa oferta etc. Perdemos a amplitude do transporte marítimo que existiu no início do século XX, sofremos com o crescimento desordenado do transporte alternativo, piorou gradativamente a circulação em nossas artérias viárias em virtude da facilidade, nos últimos anos, da aquisição de carros, além de outras consequências. Mas será que a solução de todos os nossos problemas de locomoção está na implantação do novo VLT insulano?
Nossa região talvez disponha da maior quantidade de modalidades de transporte público da cidade. Temos a nossa disposição ônibus, barcas, vans, cabritinhos, moto-táxis e BRT. Um total de seis opções, das quais a maioria não existe em outros bairros. Contudo, esse leque diversificado não corresponde a um sistema integrado e de qualidade. Na verdade, especialistas diriam que a nossa realidade insulana sequer pode ser considerada sistêmica, tendo em vista que um sistema só existe quando tudo está integrado. Na prática, esses modais raramente se conectam, contrariando justamente o desejo das pessoas por CONECTIVIDADE. Os ônibus não se conectam com as barcas, que não se conectam com cabritinhos e/ou moto-táxis; o BRT está à quilômetros de distância da maioria dos bairros da região, o que dificulta a sua integração (sem contar as linhas alimentadores do sistema BRT que ainda não existem); os chamados “transportes alternativos”, isto é, vans e moto-táxis, também não se interligam. Nesse sentido, como imaginar a viabilidade do VLT em meio a esse cenário de desintegração?
Creio que devêssemos refletir sobre a sua viabilidade no aspecto físico e estético também. Na região central da cidade, o novo trem urbano está sendo implantado em vias normais, ou seja, na contramão da proposta de vias seletivas que caracterizam os BRTs, por exemplo. Supondo que essa lógica também seja aplicada na Ilha, o VLT ocuparia uma das pistas da Estada do Galeão e da via de acesso às Barcas. Resultado prático: obras, afunilamento, engarrafamentos e muitos transtornos. Valeria a pena?
É preciso também levar em consideração que, no caso do Centro, a prefeitura está sujeita a subsidiar financeiramente a operação do veículo caso o número mínimo de passageiros para tornar o sistema economicamente viável não seja alcançado. Para tanto, a secretaria de Transportes contratou uma consultoria para fazer os estudos de demanda e viabilidade. O resultado desse trabalho determinará a demanda mínima e o valor da tarifa. Ao todo, o VLT do Centro custará R$ 1,15 milhões, dos quais o maior montante é proveniente do setor privado e a diferença da União (o que, em período de crise, nos leva a crer que as dificuldades financeiras retardarão a sua execução).
Portanto, no que tange a nossa região, caberá ao município projetar também a demanda mínima, baseada na qual saberemos a viabilidade econômica do projeto e o custo da tarifa para a população. É inevitável o receio de, como no caso das barcas, uma possível baixa demanda acabe tornando o sistema economicamente inviável, prejudicando, consequentemente, a qualidade do serviço (oferta fracionada, manutenção precária etc.). Mediante isso, o VLT insulano precisa ser muito bem planejado. Gera estranheza essa proposta não constar no PEU (Plano de Estruturação Urbana) da Ilha do Governador (PLC 107/2015), na medida em que este projeto significa um planejamento estratégico de desenvolvimento urbano da região nos próximos anos.
As incertezas e dúvidas em torno desse anúncio são muitas. O que não se pode perder de vista é a máxima de que “Mobilidade é muito mais que tecnologia. Mobilidade é liberdade”. As pessoas precisam e querem se deslocar na cidade e nos seus bairros. E essa liberdade tão costumeiramente buscada muitas vezes é suprida com os modais já existente. O que falta é aperfeiçoá-los para que possam operar como rede, proporcionando conforto e agilidade. Caso contrário, nem perto da inalcançável solução chegaremos. Por Diário do Rio
#Mobilidade #VLT #Rio #Transporte

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Policiais militares que mataram jovem por engano são presos





Os policiais militares Marcio José Watterlor Alves e Delviro Anderson Moreira Ferreira se apresentaram na manhã desta quinta-feira(15) na sede do 41º BPM (Irajá), na zona norte, um dia depois de a Justiça decretar a prisão preventiva de ambos por conta da ação que resultou na morte de Haí­ssa Vargas Motta.


De acordo com a corporação, os dois policiais passam por exames médicos e, posteriormente, serão encaminhados ao BEP (Batalhão Especial Prisional), onde ficarão presos até que haja nova determinação judicial.


Haí­ssa morreu após ser atingida nas costas por um disparo de fuzil na madrugada de 2 de agosto de 2014, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, durante uma perseguição policial.


Os policiais foram denunciados por homicídio doloso duplamente qualilifado(motivo fútil e recurso que dificulta ou impossibilita a defesa da ví­tima). Eles foram ainda afastados pela Polí­cia Militar e, segundo a corporação, eles respondem a um Inquérito Policial Militar que deve ter seu resultado divulgado nos próximos dias.


O crime veio átona depois que a revista "Veja" divulgou, no sábado(10), imagens gravadas pelas câmeras internas de um carro de patrulha que registram em detalhes a ação policial. Ao todo, Watterlor atirou nove vezes contra o carro em que Haí­ssa estava com mais quatro amigos. A jovem chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

"Operação Lava Jato" pode atrasar Rio 2016

As empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, que apura o esquema de corrupção na Petrobrás, preocupam autoridades e outros organizadores da Olimpíada de 2016.


O temor dos organizadores é de que as construtoras enfrentem dificuldade em obter crédito nos bancos e, com isso, as obras sofram atrasos ou até interrupção. Na prefeitura do Rio, as atenções estão voltadas para o Parque Deodoro, onde a maior parte das obras está sob responsabilidade da Queiroz Galvão.


Pequenos e médios poupadores com recursos aplicados nos mesmos fundos que receberam dinheiro de pessoas investigadas na Operação Lava Jato, que apura suspeita de corrupção na Petrobras, deverão amargar perdas em seus investimentos, mesmo sem ter nenhuma relação com as fraudes na estatal.

O juiz do caso, Sérgio Moro, determinou o bloqueio e a consequente transferência para contas judiciais dos recursos dos alvos da Lava Jato, entre doleiros, lobistas, executivos de construtoras e ex-dirigentes da Petrobras.

A medida atinge contas-correntes e aplicações diversas, como fundos de investimento, certificados de dívida e até mesmo fundos de previdência complementar.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Brasil vai sofrer 'tsunami' de lixo eletrônico

Especialistas prevêem que em breve o Brasil vai enfrentar um "tsunami" de lixo eletrônico, formado por restos de computadores, impressoras, televisores, aparelhos de som, celulares, impressoras, entre outros. O País desconhece quanto desse tipo de resíduo, altamente poluente, é produzido por ano e aonde vai parar. Sem leis, boa parte é depositada em lixões, com risco de contaminação do solo e das águas, potencializando problemas de saúde pública. "Lamentavelmente, há 17 anos o Congresso aprecia o projeto de lei n.º 203/91, que trata do assunto, sem uma solução", diz Sílvia Martarello Astolpho, coordenadora do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Trabalho desenvolvido pelo setor de Toxicologia Humana e Saúde Ambiental da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo informa a existência de alguns componentes presentes em computadores que, ao serem descartados de forma inadequada, podem provocar problemas como câncer, são eles: chumbo, níquel, berílio, cobalto, cromo, cádmio, selênio, arsênio. A situação fica mais complicada quando se considera que 37% dos computadores negociados no mercado são provenientes do chamado mercado cinza (contrabando). Há dois anos, o porcentual estimado era de 76%. Segundo especialistas, o potencial poluidor desses aparelhos é maior do que o do de empresas conhecidas.

Problema de curto prazo - Mesmo sem saber o volume de lixo eletrônico produzido e sua destinação, é possível imaginar o tamanho do problema que País enfrentará no curto prazo pelos números do consumo. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), somente neste ano, devem ser comercializados no mercado interno 12 milhões de computadores, ante 10 milhões em 2007 (o tempo para obsolecência de um computador é calculado em até 4 anos), 48 milhões de celulares, ante 45 milhões em 2007 (calcula-se que o mercado já tenha 140 milhões de aparelhos em operação). A Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) informa que devem ser vendidos entre 9 e 10 milhões de televisores, ante 10 milhões em 2007. O avanço na produção de bens como liquidificadores e batedeiras deve chegar a 7%. O que poderia ser oportunidade de negócio acaba se tornando um problema, cuja solução certamente vai passar pelo bolso da população brasileira.

Ausência de leis - "Legisladores, Estados, União e municípios têm desprezado o problema. O Brasil carece de leis que definam responsabilidades, coleta e reciclagem de produtos descartados. Lamentavelmente, há 17 anos o Congresso brasileiro aprecia o projeto de lei n.º 203/91, que trata do assunto, sem uma solução", diz Sílvia Martarello Astolpho, coordenadora do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Primeiro mundo - No caso da Europa, por exemplo, diretriz do IEEE (sigla em inglês, Instituto dos Engenheiros Elétricos e Eletrônicos) estabelece critérios para desempenho ambiental de PCs, notebooks e monitores e estipula a redução ou eliminação de materiais prejudiciais ao meio ambiente como cádmio, mercúrio, chumbo, cromo hexavalente; seleção de materiais, projeção do fim da vida útil, com o mínimo de 65% de material reciclável; aumento da longevidade do produto, previsão e possibilidade de atualização (upgrade); conservação de energia, gerenciamento do final da vida, com retorno ao fabricante; auditoria dos parceiros de reciclagem; reciclagem de baterias; existência de política corporativa ambiental consistente com a ISO 14001 e embalagem 90% reciclável ou reutilizável.

No Brasil, a situação é classificada como caótica. "Mesmo nos casos em que se estabeleceu necessidade de coleta (pilhas e baterias de celular, por exemplo), não há fiscalização", lamenta a coordenadora da Abrelpe. No caso do celular, o aparelho deve ser levado à loja e ela encaminhará ao fabricante para descarte. As dificuldades de mobilizar o consumidor para mudar a situação atual está no que os especialistas chamam de a mágica do lixo. O consumidor põe o lixo na porta da residência e ele desaparece. "Aquilo não tem mais a ver com ele."

De acordo com a representante da Abrelpe, como não há lei, o Brasil não desenvolve a infra-estrutura necessária para atender à demanda, impulsionada pela renovação tecnológica, crédito e aceleração do consumo, com a entrada no mercado das classes menos favorecidas. O aumento na produção do lixo eletrônico agrava ainda mais os problemas nas grandes cidades, uma vez que já não existem áreas próximas dos centros urbanos que possam ser usadas para descarte. "Em São Paulo somente 40% do lixo, aí incluso o eletrônico, é enviado para aterros sanitários. Os 60% restantes são enviados para os chamados aterros controlados".

sábado, 22 de janeiro de 2011

Falta Aeroporto, Hotel e Táxi

Os problemas de infraestrutura, caos aeroportuário à frente, são frequentemente apontados como possíveis motivos de vexame durante a Copa do Mundo de futebol que será disputada no Brasil em 2014.

Mas as dificuldades não estão apenas no ar. O carnaval do Rio de Janeiro deste ano mostrou que não há hotéis suficientes e que o transporte público da cidade não tem condições de atender à demanda. Quem tentou fugir do transporte coletivo, não encontrou táxis. As filas de espera ultrapassavam uma hora.

Há três anos da Copa, ainda há muito a fazer.

http://twitter.com/HotelTaxi

http://Hotel.Taxi.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

O fim das lâmpadas incandescentes no Brasil

Nada melhor que começar um novo ano com uma boa notícia. Nesta semana foi publicado no Diário Oficial da União uma portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio. A portaria exige que até 2016 retirem gradualmente do mercado brasileiro as lâmpadas incandescentes de uso comum (superior a 40 Watts). A notícia é ótima, pois como quase todo mundo sabe as lâmpadas fluorescentes são muito mais duráveis e econômicas.

Esta medida do governo é muito positiva para todos nós consumidores e para o país, já que a economia gerada pelo uso de lâmpadas fluorescentes reduz a sobrecarga do sistema elétrico do país, ou seja, menos gastos com investimentos neste setor e menos poluição ambiental.

O Brasil consume anualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas. Nos últimos 4 anos esse consumo de lâmpadas compactas aumentou 20% a cada ano. O consumo aumentou porque a qualidade das lâmpadas melhorou. Como a maioria das lâmpadas é importada do mercado Asiático elas não obedeciam nenhum critério de qualidade. Mas o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) entrou na jogada exigindo a garantia mínima de 1 ano das lâmpadas e em dezembro passado lançou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), obrigando todos os produtos do gênero a exibirem um selo que ateste o cumprimento das exigências do órgão quanto a seu desempenho. Tudo muito bom, mas o lado ruim é que 94% destas lâmpadas compactas terminam sua vida em lixões. Isso é péssimo para a saúde de todos nós, pois as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um metal extremamente tóxico.

Esta medida de banir as lâmpadas incandescentes foi adotada pela União Européia antes de nós e começou a valer em setembro de 2009. As duas principais diferenças são: na Europa eles pretendem banir totalmente as lâmpadas incandescentes em 3 anos - no Brasil irão banir parcialmente em 5 anos (as lâmpadas com potência igual ou inferior a 40 Watts permanecerão); na Europa eles possuem leis obrigando que as fabricantes são responsáveis pela coleta das lâmpadas (logística reversa) e reciclagem do mercúrio contido nelas.

Segundo a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi), temos apenas 10 empresas no Brasil que fazem a reciclagem das lâmpadas fluorescentes.

A quebra de uma lâmpada fluorescente libera mercúrio no ar, ou seja, pode envenenar você. Confira a seguir os procedimentos recomendados pela ABilumi se caso isto acontecer na sua casa:
- Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
- Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
- Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
- Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico.

Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
- Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
- Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
- Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico.

Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
- Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.

http://twitter.com/Lixo_Eletronico

domingo, 2 de janeiro de 2011

Greengle: Você faz sua busca e ajuda a plantar árvores!

Imagine que uma simples pesquisa que você fizesse no Google pudesse contribuir para a preservação do meio-ambiente. Pois essa é a proposta do Greengle, um buscador que utiliza a busca personalizada do Google e promete plantar uma árvore para cada 6.000 visitas únicas em algum dos sites do projeto “Clicou, plantou” – Greengle, Greenvana Style e Greenvana Eco Store.
Parece pouco, mas desde o dia 16 de dezembro até hoje, o site já plantou 5 árvores. Além do mais, apenas uma árvore, de grande porte, com 90cm de diâmetro por 30m de altura pode armazenar cerca de 6 toneladas de carbono – o que corresponde a mais de 20 toneladas de CO2, equivalente à média de emissões de 33 pessoas por ano.

Para que não haja dúvidas quanto à idoneidade da empresa em promover a ação, a Greenvana deverá disponibilizar os recibos das doações em seus três sites que poderão ser consultados por aqueles mais desconfiados.

É inegável que a iniciativa também promova o fortalecimento da marca e há a possibilidade de que a estratégia seja imitada futuramente por outras empresas apenas com esse objetivo. Neste caso não é o que parece, já que os produtos e serviços da empresa estão totalmente alinhados com a ideia de sustentabilidade. A impressão que tive é que esta é apenas uma daquelas iniciativas simples, mas bastante positivas e que, de pouco em pouco, pode fazer uma grande diferença para a preservação do planeta.

Fonte: Brainstorm9 e Greenvava Style