quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

"Operação Lava Jato" pode atrasar Rio 2016

As empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, que apura o esquema de corrupção na Petrobrás, preocupam autoridades e outros organizadores da Olimpíada de 2016.


O temor dos organizadores é de que as construtoras enfrentem dificuldade em obter crédito nos bancos e, com isso, as obras sofram atrasos ou até interrupção. Na prefeitura do Rio, as atenções estão voltadas para o Parque Deodoro, onde a maior parte das obras está sob responsabilidade da Queiroz Galvão.


Pequenos e médios poupadores com recursos aplicados nos mesmos fundos que receberam dinheiro de pessoas investigadas na Operação Lava Jato, que apura suspeita de corrupção na Petrobras, deverão amargar perdas em seus investimentos, mesmo sem ter nenhuma relação com as fraudes na estatal.

O juiz do caso, Sérgio Moro, determinou o bloqueio e a consequente transferência para contas judiciais dos recursos dos alvos da Lava Jato, entre doleiros, lobistas, executivos de construtoras e ex-dirigentes da Petrobras.

A medida atinge contas-correntes e aplicações diversas, como fundos de investimento, certificados de dívida e até mesmo fundos de previdência complementar.

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